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Tailandês casa com o cadáver de namorada morta em acidente
Qui, 12 de Janeiro de 2012 09:59
Casamento, que ocorreu no último dia 4, na província de Surin, no noroeste da Tailândia
Noiva cadaver

As imagens do casamento foram transmitidas pela televisão tailandesa

 

Em uma cerimônia budista acompanhada pelos amigos e familiares, o tailandês Chadil Deffy buscou unir sua alma pela eternidade com sua namorada, Ann. O casamento, que ocorreu no último dia 4, na província de Surin, no noroeste do país, seria apenas mais um, se não fosse pelo fato de que o noivo casou com o cadáver de sua companheira. 

Quatro dias antes da cerimônia, na noite de réveillon, a jovem perdeu a vida após um acidente de trânsito. Ao saber do ocorrido, o jovem de 28 anos enviou um convite a todos seus conhecidos através de sua página no Facebook para o evento.

“Nosso amor foi algo muito grande, mas por lástima não podemos viajar ao passado e mudá-lo. A vida é curta, e hoje realizo meu desejo e agradeço a todos os que estão presentes", manifestou o namorado na lúgubre cerimônia.

As imagens do casamento foram transmitidas pela televisão tailandesa, enquanto quase 30 mil pessoas as viram e comentaram através da página pessoal de Chadil. As fotos mostram a jovem na cama do hospital e depois vestida de noiva durante o casamento, enquanto Chadil colocava o anel em seu dedo e a beijava na mão e na testa.

 
Novas redes sociais promovem a infidelidade na web
Qui, 22 de Dezembro de 2011 15:40
Mulheres preferem web. (Foto: Daily Mail)Redes sociais para amante têm pico no ano de 2011

A cultura ocidental sempre incentivou a monogamia. No entanto, todo mundo sabe que tem muita gente pulando a cerca por aí. Para facilitar os casos extraconjugais, têm surgido nos últimos anos diversas redes sociais que promovem a infidelidade, já que o intuito é justamente se relacionar com gente comprometida.

Só em 2011, três redes sociais estrangeiras com essa temática ganharam uma versão brasileira: Second Love, Ohhtel e Ashley Madison. O principal diferencial desses sites está na forma de apresentar e procurar por perfis, focando em informações necessárias para a paquera e a conquista de gente comprometida. O TechTudo experimentou e apresenta aqui as vantagens e diferenças de cada um.

Second Love

Second Love (Foto: Second Love)Second Love (Foto: Second Love)

O Second Love foi a primeira rede social para homens e mulheres infiéis a desembarcar no Brasil, em maio de 2011. Para participar é preciso ter entre 25 e 75 anos. Os membros precisam desembolsar custosos R$ 139,80 mensais para usufruir do serviço, ou criar um perfil gratuito que dá apenas direito a pesquisar e ler perfis. Existem pacotes promocionais para quem adquirir vários meses de uma só vez (um semestre, por exemplo, sairia por R$ 270).

Para as mulheres, o primeiro mês é gratuito. Entre os serviços indisponíveis para quem não possuir um plano de assinatura, estão o envio de até 50 mensagens diárias, a criação de um álbum de fotos privado e a possibilidade de ver fotografias em perfis alheios. O site não deixa claro se haveria alguma outra vantagem para os pagantes, além de uma atenção especial em caso da necessidade de um suporte.

Entre os três sites analisados para essa matéria, o do Second Love com certeza é mais simples, com poucos recursos em um design ultrapassado e confuso.

Ashley Madison

Ashley Madison (Foto: Ashley Madison)Ashley Madison (Foto: Ashley Madison)

O Ashley Madison é sem dúvidas a melhor rede social para quem quer ter um caso extraconjugal. O site de relacionamentos se originou nos Estados Unidos no ano de 2001, ou seja, anos antes de grandes redes sociais como Facebook, Myspace ou o Orkut. Diferente dos concorrente, possui um aplicativo oficial disponível para iPhone/iPad e Android. No Brasil, a rede social estreou em agosto de 2011. De acordo com a Ashley Madison, já existem 150 mil membros cadastrados no país.

Assim como no Ohhtel (mencionado logo abaixo), o serviço é inteiramente gratuito para mulheres, enquanto homens precisam adquirir créditos para enviar e receber mensagens, trocar fotos privadas ou bater um papo em salas de chat, além de aparecer primeiro nos resultados de pesquisa. Você precisará de um cartão internacional para comprar e pagar em dólares: para adquirir 100 créditos, você desembolsa US$ 69. O pacote de 500 créditos sai por US$ 205 e o de 1000, US$ 340.

Os usuários gratuitos podem enviar e receber fotos (que não sejam privadas), adicionar usuários à sua lista de favoritos, responder a qualquer assinante e fazer pesquisas. Outra função, aberta a todos os usuários, é a "piscadinha", opção de flerte que lembra as "cutucadas" do Facebook.

Há algumas desvantagens no uso do Ashley Madison. Por exemplo, para deletar o seu perfil e todos os seus rastros da rede é preciso pagar US$ 19. Quem preferir, pode apenas esconder seu perfil da busca da rede, sem desembolsar nada.

Será que encontramos spam na rede?

Uma característica nos chamou a atenção. Minutos depois de criar um perfil para testar a rede para essa matéria, dois perfis femininos com nomes provocantes, que preferimos não repetir aqui, entraram em contato. Em um deles, foi utilizado o serviço "Mensagem a Cobrar", que exige o pagamento de alguns créditos para poder ser lido (o que não foi feito).

O detalhe é que isso aconteceu sem que o perfil sequer apresentasse fotos ou outras informações mais específicas, como idade e características físicas exigidas para a criação da conta. Esse fato levantou a hipótese de estar ocorrendo spam ou estelionato no Ashley Madison. No pior dos casos, estaria isso ocorrendo para incentivar a compra de créditos?

Em resposta ao TechTudo, a assessoria da imprensa do Ashley Madison negou que haja qualquer irregularidade. Segundo a empresa, contas novas aparecem no topo das pesquisas feitas por outras pessoas da mesma região e que, por isso, novos usuários tendem a ser vistos e receber mensagens quatro vezes mais que as contas já existentes há algum tempo.
Para o caso de haver alguma desconfiança quanto ao verdadeiro dono ou uso do perfil, o site oferece mecanismos de denúncias que devem ser utilizados para que as providências necessárias possam ser tomadas.

 

 
Documentário abre debate ao mostrar gêmeas sexagenárias prostitutas na Holanda
Qui, 22 de Dezembro de 2011 15:31

Documentário abre debate ao mostrar gêmeas sexagenárias prostitutas na Holanda

'Meet the Fokkens' conta história de irmãs que fizeram história vendendo o corpo em Amsterdã

 

Um documentário sobre duas prostitutas sexagenárias exibido na Holanda abriu um debate sobre o sexo na terceira idade e a dura realidade da profissão.

O documentário 'Meet the Fokkens' ('Conheça as Fokkens', em tradução livre), um trocadilho sexual em inglês, conta a história das gêmeas Louise e Martine Fokkens, que há mais de 50 anos vendem o corpo no chamado distrito da luz vermelha, em Amsterdã.

Louise e Martine Fokkens trabalham no distrito da luz vermelha, em Amsterdã (Foto: Divulgação/'Meet the Fokkens'/Submarine Productions)Louise e Martine Fokkens trabalham no distrito da luz vermelha, em Amsterdã (Foto: Divulgação/'Meet the Fokkens'/Submarine Productions)

Em um caso de sucesso, elas conseguiram se tornar independentes dos cafetões e fundaram sua própria casa de prostituição. Além disso, criaram em caráter informal a primeira entidade profissional para prostitutas.

O filme, co-dirigido por Rob Schroder e Gabrielle Provaas, leva o espectador a partes de Amsterdã ligadas às memórias das irmãs.

Martina e Louise aparecem em cenas comprando vibradores como se faz a compra de supermercado, discutindo prós e contras de cada produto.

Nas palavras da organização do 24º Festival Internacional de Cinema de Amsterdã, onde foi exibida pela primeira vez, a obra está 'repleta de detalhes picantes sobre clientes às vezes inesperados, como um padre'.

As irmãs começaram a se prostituir ainda juvens (Foto: Divulgação/'Meet the Fokkens'/Submarine Productions)As irmãs começaram a se prostituir ainda jovens (Foto: Divulgação/'Meet the Fokkens'/Submarine Productions)

Polêmica
Por isso a estreia do filme não ocorreu sem polêmica. Alguns espectadores reclamaram que o filme idealiza e promove a prostituição ao dar espaço e voz para as irmãs.

Outros avaliaram que o bom humor de Louise e Martine é um exemplo de vida e perseverança para outras pessoas.

Apesar da atitude das irmãs, a própria participação delas no filme expõe uma dura realidade da prostituição. Para ambas, 'Meet the Fokkens' pode ser uma oportunidade de ganhar um trocado para o pé de meia.

Enquanto Louise deixou a profissão há dois anos, Martine continua vendendo o corpo.

'Ela precisa do dinheiro. Não dá para viver da pensão do Estado', diz Louise sobre a irmã.

Embora o mercado de documentários não seja particularmente lucrativo, as irmãs estão paralelamente escrevendo um livro de memórias que, esperam, vá contribuir com a poupança do futuro.

 
Mulher passa dois meses e meio inclinada para evitar perder bebê
Qui, 22 de Dezembro de 2011 15:30

Britânica tinha gestação de risco por problema no útero.
Sacrifício deu resultado e bebê nasceu saudável.

 

Uma mulher britânica de 29 anos passou dois meses e meio em uma cama inclinada para diminuir os riscos de perder o bebê que estava esperando. Donna Kelly havia passado por dois abortos naturais, após o nascimento de seu primeiro filho, quando os médicos avisaram que sua quarta gestação também estava sob risco.

Segundo reportagem do jornal Daily Mail, um problema no útero de Kelly fazia com que o bebê ficasse muito "para baixo". A cama inclinada foi a saída para que a gravidade ajudasse a evitar o parto antes da hora.

Ela ficou na cama o tempo todo, saindo apenas para usar o banheiro.

Sua filha, Amelia, nasceu saudável.

Donna Kelly aguarda nascimento da filha  (Foto: Reprodução/Daily Mail)Donna Kelly aguarda nascimento da filha (Foto: Reprodução/Daily Mail)
 
Homem ateia fogo em mulher de 73 anos dentro de um elevador nos EUA
Seg, 19 de Dezembro de 2011 08:26

Câmeras registraram o crime e o autor se entregou à polícia

Um crime chocou o bairro do Brooklin, em Nova Iorque, neste sábado. Um homem ateou fogo em uma senhora de 73 anos dentro de um elevador e se entregou à polícia na sequência.

De acordo com agências internacionais, o crime aconteceu por volta das 16h locais (19h em Brasília) e durou cerca de um minuto. A vítima, Deloris Gillespie,  estava dentro do elevador subindo até seu andar, e quando chegou, um homem a estava esperando na porta. Trajando uma jaqueta preta, luvas cirúrgicas e uma máscara branca que não cobria seu rosto, ele atirou combustível na senhora utilizando um borrifador e depois jogou um coquetel Molotov para iniciar o fogo.

Os vizinhos acionaram os bombeiros por conta do incêndio sem saber que a senhora estava morta sob as chamas dentro do elevador.

Duas câmeras de segurança filmaram o ocorrido.

Neste domingo (18), a polícia divulgou que um homem de 47 anos, chamado Jerome Isaac, se entregou e confessou o crime. Segundo oficiais, ele estava cheirando a gasolina quando entrou no posto policial. Ele também é morador do Brooklyn. (www.otempo.com.br)

 
Com fome, alunos gregos desmaiam nas escolas
Seg, 19 de Dezembro de 2011 08:07
Ministério da Educação prepara programa de distribuição de senhas no valor de 2 ou 3 euros para estudantes


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