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Notícias do Mundo
Fazer a barba todo dia é 'aniquilar a pele', diz médico americano
Qua, 18 de Julho de 2012 14:48

"Fazer a barba é como esfoliar a pele. Você pode fazer isso impunemente no máximo três vezes por semana, mas que tipo de mulher esfoliaria o rosto todos os dias só para apresentar uma pele lisinha no trabalho?"

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Quem pergunta é Jeffrey Benabio, dermatologista americano por trás do "The Derm Blog", site para leigos que já atraiu 3,5 milhões de visitantes, entre eles a apresentadora Oprah Winfrey.

Adeus, cara limpa

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Claudio Onorati - 28.jul.11/Efe
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Nem mesmo na noite do Oscar o ator George Clooney abre mão de um pouco de pelo grisalho no rosto Leia mais

Para Benabio, o hábito de se barbear traz sérios problemas ao rosto do homem: "Os 'yuppies' dos anos 1980 trouxeram essa moda de que barba é algo selvagem que precisa ser eliminado. Os homens não fazem a barba, eles a aniquilam e, no processo, aniquilam suas peles", disse em entrevista à Folha.

Entre os problemas citados por Benabio estão inflamações, foliculite e ressecamento. "A cada vez que você faz a barba surgem pequenos cortes e feridas. É preciso dar um tempo para que a epiderme se recupere das escoriações antes de agredi-la novamente", afirma.

"Homens que têm pelo reto e fino podem fazer a barba todos os dias sem problemas", defende Denise Steiner, diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Para ela, o uso diário da lâmina só traz problemas para quem tem pelos muito grossos e encaracolados, com tendência ao encravamento. Nesses casos seria melhor espaçar as sessões por pelo menos três dias ou fazer algumas depilações a laser para enfraquecer os fios.

Lydia Megumi/Editoria de Arte/Folhapress

Se o encravamento é constante, uma alternativa é apelar para o laser. Segundo Claudio Roncatti, presidente da Sociedade Brasileira de Laser, três sessões costumam ser suficientes para acabar com a foliculite, diminuir a espessura dos fios e a densidade de pelos.

O laser também resolve o problema de quem se machuca sempre no mesmo lugar. Isso acontece quando a pessoa tem muitos fios nascendo no mesmo folículo, segundo o médico.

O único problema de fazer poucas sessões são os temidos "buracos" na barba. "O laser destrói primeiro os pelos mais fracos, por isso fazer poucas sessões só é recomendável para quem não tem planos de deixar a barba crescer", afirma Carolina Marçon, dermatologista membro da Academia Americana de Dermatologia.

O pescoço é a região mais procurada pelos homens interessados em laser, afirma a médica Eveline Sebba, especialista responsável pelos procedimentos feitos na rede Onodera. "É um local bastante afetado por pelos encravados, então até os barbados acabam preferindo eliminar os fios dessa região", diz. (www.folha.com.br)

Editoria de arte/folhapress
 
Bento 16 diz que casos de pedofilia 'minaram credibilidade' da Igreja
Seg, 18 de Junho de 2012 17:10

O papa Bento 16 afirmou que os sacerdotes e os religiosos que cometeram abusos sexuais contra crianças "minaram a credibilidade da mensagem da Igreja".

A declaração do Pontífice foi dada em um vídeo transmitido neste domingo em Dublin, na Irlanda, por conta do encerramento do 50º Congresso Eucarístico Internacional.

No vídeo, o Papa também lembrou que o congresso "ocorreu em um período em que a Igreja no mundo todo se prepara para celebrar o Ano da Fé, para comemorar o 50º aniversário do início do Concílio Vaticano 2º".

Os supostos casos de abusos sexuais contra crianças, cometidos por décadas por integrantes de instituições católicas irlandesas e que teriam sido acobertados pela diocese de Dublin, vieram à tona em novembro de 2009 com a divulgação de um relatório da Comissão Murphy, elaborado pela juíza Yvonne Murphy.

Ao tomar conhecimento da denúncia, o Papa se disse "chocado e angustiado" e condenou qualquer tipo de abuso. Depois disso, diversos sacerdotes citados no relatório renunciaram. (www.folha.com.br)

 
Preso japonês que escondeu o corpo da esposa durante 10 anos em congelador
Qui, 31 de Maio de 2012 16:21
Masaichi Yamada, que dirige uma empresa de processamento de pescado, deixou o cadáver em câmara frigorífica


 

TÓQUIO - Um japonês de 80 anos foi detido pela polícia sob a suspeita de ter estrangulado a esposa e ocultado o corpo em um congelador durante mais de 10 anos.

Masaichi Yamada, que dirige uma empresa de processamento de pescado, foi detido na terça-feira (29) no porto Kushiro, norte do Japão, depois da descoberta do corpo congelado e completamente vestido em uma câmara frigorífica da empresa.

"O suspeito estrangulou a vítima em sua casa com algo parecido com uma corda e abandonou o corpo em um congelador no local de trabalho", afirmou uma fonte da polícia de Hokkaido.

A data exata do crime ainda não foi estabelecida. A polícia informou que a vítima teria 71 anos se ainda estivesse viva.

Yamada confessou que matou a esposa durante uma discussão entre 2002 e 2006. Também disse que transportou o corpo em um carro até o trabalho.

A polícia investigou a fábrica depois que o irmão da vítima afirmou que não tinha notícias sobre ela há vários anos. (www.hojeemdia.com.br)

 

 

 

 

 

 

 
Nova York quer proibir venda de refrigerantes com mais de 500 ml
Qui, 31 de Maio de 2012 15:28
O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, quer proibir a venda de refrigerantes e outras bebidas açucaradas em locais públicos, como restaurantes e cinemas, como medida de combate à obesidade da população. O veto afetaria somente as embalagens com mais de 500 ml.

Bloomberg falou sobre sua proposta em uma entrevista ao jornal "New York Times" desta quinta-feira (31), provocando reação imediata entre empresários que comercializam as bebidas.

"A obesidade é um problema de saúde nacional e, em todos os Estados Unidos, os responsáveis pela saúde pública se lamentam e dizem que isto é terrível", disse.

De acordo com dados oficiais, mais da metade dos adultos da cidade é obesa ou sofre com o sobrepeso. Uma pesquisa do governo mostra que um terço dos nova-iorquinos bebem uma ou mais bebidas açucaradas diariamente.

Justin Lane/Efe
Imagem de refrigerante de tamanho grande em rua de Nova York
Imagem de refrigerante de tamanho grande em rua de Nova York

Segundo o prefeito, a cidade de Nova York não é de se lamentar, mas de tomar atitudes. "Penso que é o que o público quer que seu prefeito faça."

A proibição atingiria ainda as redes de fast food, os ginásios esportivos e estabelecimentos de venda de comida pronta, todos bem populares entre os norte-americanos. Mercados, mercearias e lojas de conveniência seriam exceção e poderiam vender as bebidas.

Na lista das açucaradas, estariam incluídos também os drinques energéticos e chás gelados.

O veto à venda não se estenderia a bebidas com menos de 25 calorias por 250 ml, como as águas vitaminadas, os chás gelados que não levam açúcar e os refrigerantes diet. Sucos e bebidas à base de leite --como milk-shakes-- também estariam de fora.

A previsão é que a proposta de lei vá para votação em junho deste ano e, se passar, entrará em vigor a partir de março de 2013.

A ideia precisa ter, antes, a aprovação do Conselho de Saúde. Ao que tudo indica, ela deve passar. Todos os membros foram indicados pelo prefeito de Nova York e o presidente do órgão é comissário no departamento de saúde da cidade.

Nos últimos anos, os refrigerantes foram banidos em algumas escolas, que proibiram a venda. Em algumas cidades, também não podem ser vendidos em prédios públicos. (www.folha.com.br)

 
Filme "Os Vingadores" levanta polêmica sobre filhos adotivos
Ter, 29 de Maio de 2012 12:40
A cena: Thor, o herói loirão, tenta defender o vilão Loki, dizendo que ele é seu irmão. Viúva Negra, ex-vilã, informa-o que Loki matou 80 pessoas em dois dias. "Ele é adotado", responde Thor.

A passagem acima, do filme "Os Vingadores" (maior bilheteria da história no Brasil), já foi vista por mais de 8 milhões de pessoas desde sua estreia aqui, em 27/4.

Veja galeria de filmes que retratam filhos adotivos
Josias de Souza: 'Censura não é antídoto contra preconceito'
Mães adotivas têm direito a salário-maternidade
"Não fiz caridade, só quis ter um filho", diz Astrid Fontenelle

É menos de um minuto nas duas horas e meia em que os heróis vindos dos quadrinhos da Marvel exibem seus superpoderes. Poderia passar despercebido no meio das explosões intergalácticas e das roupas colantes de Scarlett Johansson (a Viúva Negra).

Mas o comentário de Thor ganhou destaque quando a americana Jamie Berke lançou uma petição on-line para que a Marvel (empresa do grupo Disney, produtor do filme) apresente desculpas formais por ter insultado os filhos adotivos e seus pais.

O argumento, ecoado por ONGs pró-adoção, é que a cena dissemina preconceito, fazendo uma associação imediata entre ter sido adotado e ser "do mal". E num filme para crianças e adolescentes.

Para piorar, a plateia ri na cena. Quem tem uma história pessoal com adoção, é claro, não acha graça.

"Todo mundo riu, mas para mim o filme acabou ali", diz Maria Bárbara Toledo, presidente da Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção. Ela foi assistir ao filme com quatro de seus cinco filhos (dois adotados).

Toledo soube da petição nos EUA depois de ter ido ao cinema. "Pedimos para nossa diretoria jurídica fazer uma carta, só falta saber a quem encaminhar."

A associação presidida por Toledo já fez uma representação contra a TV Globo no Ministério Público por causa da personagem Tereza Cristina, vivida por Christiane Torloni na novela "Fina Estampa", que terminou em março.

"Na novela, a vilã matava para não descobrirem que ela tinha sido adotada. Ter sido adotada e filha [biológica] de uma mulher que foi louca justificavam sua maldade. É o preconceito atrelado à ideia de descendência genética."

O resultado da ação foi uma campanha pró-adoção veiculada pela Globo e estrelada por Torloni.

SEM BOICOTE

No caso de "Os Vingadores", alguns relativizam a importância do comentário de Thor. "Vamos boicotar o filme? Não, vamos assistir e preparar a criança", diz Mônica Natale, 46, gerente-executiva do Grupo de Apoio à Adoção de São Paulo.

Karime Xavier/Folhapress
Mônica Natale, 46, e seu filho Alberto, 7, em sua casa em São Paulo
Mônica Natale, 46, e seu filho Alberto, 7, em sua casa em São Paulo

Ela levou seu filho Alberto, 7, para ver o filme. "Ele não riu, nem percebeu que era piada. Era desnecessária e retrata, sim, um preconceito. Mas ele gostou do filme, não ficou chateado por o vilão ser filho adotivo."

O advogado Leonardo Pereira, 34, adotado quando tinha cinco dias, não fecha com o movimento contra "Os Vingadores".

"Não quero ser do contra, mas a polêmica não pode ser maior do que a realidade. Acredito que a maioria dos filhos adotivos não sofre preconceito. As ONGs deveriam investir em campanhas de adoção, não em um trechinho de um filme", diz Pereira.

GENÉTICA

O medo de que uma criança gerada por pais desconhecidos possa herdar genes que levem a distúrbios de comportamento é um dos fantasmas que rondam a adoção.

Sim, há genes que aumentam a predisposição a alcoolismo, depressões, comportamentos violentos etc.

"Mesmo que essas situações tenham um componente genético, o ambiente onde a criança se desenvolve tem muito mais relevância na organização do cérebro", afirma Renato Flores, professor de genética e coordenador do Ambulatório de Neurociência do Comportamento Violento da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Além disso, a ideia de que é possível controlar a herança genética é duvidosa. "Veja, eu sou inteligente e a Gisele Bündchen é lindíssima. Mas o que garante que misturar o meu sangue com o dela vai dar alguma coisa que preste?", pergunta Flores.

A brincadeira fica séria quando esbarra em outras noções sobre hereditariedade.

Em uma pesquisa sobre o que a população pensava da adoção, feita pela psicóloga Lídia Weber, da Universidade Federal do Paraná, boa parte dos entrevistados disse acreditar que marginalidade passa pelo sangue.

Há também o temor de que a mãe biológica tenha abusado de álcool e drogas durante a gestação. "O risco de essas substâncias estragarem o cérebro da criança é bem grande, mas, se o dano for identificado precocemente, podem ser feitos os tratamentos adequados", diz Flores.

Para ele, a resposta aos medos de quem vai adotar não está na genética: "A pessoa tem que pensar: quero um filho para eu gostar, se ele tiver alguma limitação, vou gostar dele do mesmo jeito".

Quando a apresentadora Astrid Fontenelle, 51, adotou seu filho Gabriel, em 2008, preencheu uma ficha em que respondia, entre outras coisas, se aceitaria crianças com distúrbios mentais leves.

"Marquei não. Depois, o juiz me disse: 'Você acredita que exista alguém que não tenha nenhum problema mental?'. Aí caiu a ficha."

Para Astrid, há crianças que lidam muito bem com o fato de terem sido adotadas e outras que têm problemas. Por isso, ela não desculpa a piadinha de "Os Vingadores".

"Meu medo é isso reverberar em um menino de 6, 7 anos. No filme, pode parecer uma piada boba, mas o reflexo pode ser bem ruim."

HERÓI E VILÃO

O filme "Os Vingadores" não foi o primeiro nem será o último a tocar em pontos delicados da adoção. Tratar o filho adotivo como um ser "diferente" não é prerrogativa da ficção moderna.

A visão está em mitologias e relatos de vários períodos da história --de Moisés, adotado pela filha do Faraó, a Clark Kent, o Super-Homem.

"O que denigre e o que exalta são dois lados da mesma moeda. Nenhuma criança preenche expectativas tão extremadas", diz a psicóloga e psicanalista Maria Helena Ghirardi, do grupo de estudos, prevenção e pesquisa em adoção do Instituto Sedes Sapientae, de São Paulo.

A idealização da adoção pode ser tão problemática quanto os medos sobre a origem biológica da criança, segundo a psicanalista Gina Levinzon, autora de "Adoção" (Casa do Psicólogo, 2004) e professora de psicoterapia psicanalítica na USP.

"Tem pais que adotam não porque querem um filho, mas por quererem fazer um bem para a sociedade. Se esse filho começa a ficar mais rebelde, eles não se conformam. Eles têm que lidar com o filho que têm, o real, não com o imaginário", diz Levinzon.

Para a psicanalista, o fato de a pessoa adotar um filho para satisfazer uma necessidade sua não é o problema: "Precisar ser mãe, ter um filho, é um bom motivo, desde que você tenha a clareza de que terá que respeitá-lo da maneira que ele é".

Aos olhos dos outros, pode parecer um ato de benevolência e generosidade.

"Não fiz caridade. Nunca tive vontade de engravidar, de ter barriga, fui adiando a vontade de ser mãe. Quando veio a vontade, [a adoção] foi o melhor método para mim", conta a apresentadora Astrid Fontenelle, que adotou Gabriel na Bahia, em 2008, quando o menino tinha 40 dias de vida.

DIFICULDADES

Como toda criança, aquela que foi adotada vai encontrar dificuldades na vida. "Existe esse mito de que ela dá mais trabalho, tem muitos problemas. Como se a adoção explicasse todas as dificuldades", diz Levinzon.

Segundo a psicóloga, as pesquisas não mostram que filhos adotivos são mais problemáticos que os biológicos.

"Claro, algumas crianças podem ter passado por traumas, principalmente se foram adotadas mais velhas. Mas, se os pais estiverem preparados, bem orientados, tudo isso pode ser superado." (www.folha.com.br

 
Vaticano diz que escândalo de corrupção abala confiança na Igreja
Seg, 28 de Maio de 2012 19:14

O Vaticano negou na segunda-feira, em meio à maior crise no pontificado de Bento 16, notícias de que cardeais seriam suspeitos em uma investigação sobre o vazamento de documentos, num caso que já levou à prisão do mordomo do papa.

De acordo com a imprensa italiana, o mordomo Paolo Gabriele era apenas um "leva-e-traz" numa disputa de poderes na Santa Sé. O escândalo estourou na semana passada, quando o chefe do banco do Vaticano foi repentinamente demitido, o mordomo foi detido por acusações de furto de documentos, e foi publicado um livro apontando conspirações entre os cardeais.

Os documentos vazados para os jornalistas denunciam corrupção no vasto relacionamento financeiro entre a Igreja e empresas italianas.

Embora negando a veracidade dos relatos, o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, disse numa entrevista coletiva que "isso é naturalmente algo que pode afetar a Igreja, e testar a confiança nela e na Santa Sé".

Lombardi negou que "qualquer cardeal, italiano ou não, seja suspeito". Ele acrescentou que o papa está sendo informado do assunto, e que "continua no seu caminho de serenidade, na sua posição de fé e moral que está acima da refrega".

Carlo Fusco, advogado do mordomo, disse que ele está "muito sereno e tranquilo", e que pretende colaborar com as investigações.

BODE EXPIATÓRIO

Uma fonte anônima e responsável pelo vazamento de alguns documentos disse ao jornal italiano "La Reppublica" que o mordomo está sendo usado como bode expiatório, porque a Igreja não ousa implicar os cardeais responsáveis pelos vazamentos.

"Há vazadores entre os cardeais, mas o Secretariado de Estado não podia dizer isso, então prenderam o servidor, Paolo, que estava só entregando as cartas em nome de outros".

Ao "La Stampa", o responsável por um dos vazamentos afirmou que o objetivo das denúncias é ajudar o papa a erradicar a corrupção.

O Secretariado de Estado, órgão administrativo do Vaticano, é comandado pelo cardeal Tarcisio Bertone, poderoso braço-direito do papa, e o escândalo parece envolver uma disputa de poder entre seus aliados e inimigos, evocando as conspirações renascentistas na Santa Sé. (www.folha.com.br)

 
Corpo de menina desaparecida na Bélgica é encontrado esquartejado
Qua, 23 de Maio de 2012 13:27

O corpo esquartejado de Diana Farkas, uma menina de 4 anos desaparecida desde segunda-feira, foi encontrado nesta quarta-feira no congelador da casa de sua mãe, na localidade de Chatelineu, no sul da Bélgica, segundo anunciou a polícia federal do país.

A mãe, Juliana Santana Duran, reconheceu ter estrangulado a criança antes de esquartejar o corpo e guardá-lo em bolsas dentro do congelador, mas não explicou os motivos que a levaram a cometer esse ato brutal, informou em entrevista coletiva o procurador Pierre Magnien.

Os fatos ocorreram na madrugada de domingo para segunda, poucas horas antes que a escola de Diana tivesse notificado que a menina não havia comparecido às aulas.

Durante a primeira diligência na casa da mãe, realizada na terça-feira, a polícia encontrou em uma lavadora com roupas ensanguentadas que pareciam pertencer à menina e a uma pessoa adulta.

Embora os investigadores tenham aberto as gavetas do congelador, não viram os restos da criança, que estavam escondidos atrás de várias bolsas de alimentos, afirmou o procurador.

A polícia ainda não encontrou a arma usada para esquartejar a menina, supostamente uma faca.

DETENÇÃO

A mãe de Diana comparecerá esta tarde perante o juiz de instrução, que previsivelmente ditará uma ordem de detenção contra ela.

As distintas versões sobre os fatos apresentadas pela mãe a haviam transformado na principal suspeita e tinham motivado que permanecesse retida desde segunda-feira, apesar de não ter sido acusada formalmente.

Em um primeiro momento, a mãe declarou ter deixado a menina na segunda de manhã na escola, situada em Gerpinnes, sem saber que nesse dia a aula havia sido transferida excepcionalmente para outro local.

No entanto, depois mudou de versão e disse que a menina tinha desaparecido de seu carro, estacionado em um supermercado do município de Chatelineau, enquanto ela se ausentou um momento para fazer compras. (www.folha.com.br)

 
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