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Notícias do Mundo
Padre que culpa mulheres por abuso sexual nega que deixará igreja
Qui, 27 de Dezembro de 2012 14:35

O padre italiano que provocou um escândalo ao prender na porta da sua igreja um manifesto no qual convocava as mulheres a refletir sobre a possibilidade de que seu modo de se vestir provoque os criminosos desmentiu hoje que vá deixar o sacerdócio, em declarações a meios de comunicação do país.

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Piero Corsi assegurou que a carta enviada à mídia italiana na qual pedia perdão pelas palavras e dizia que iria deixar o sacerdócio é falsa. O sacerdote teria pedido demissão de seu cargo, em nota que dizia que se sentia indigno e apresentava suas desculpas "mais sinceras não apenas a todas as mulheres ofendidas por meu texto, mas também a todos aqueles que se sentem ofendidos por minhas palavras".


Luca Zennaro/Efe
O padre italiano Piero Corsi, que gerou polêmica ao acusar mulheres de provocar abuso sexual
O padre italiano Piero Corsi, que gerou polêmica ao acusar mulheres de provocar abuso sexual

O porta-voz do bispo da Província de La Spezia, na qual fica a paróquia do clérigo, explicou que "não vai pendurar a batina mas tirará alguns dias de férias do stress que sofreu".

Corsi havia colocado na porta da igreja paroquial no dia de Natal um manifesto no qual podia-se ler: "Quantas vezes vemos meninas e senhoras maduras caminhar na rua com vestidos provocantes e apertados! Quantas traições se consumam nos lugares de trabalho, nas academias e nos cinemas! Poderiam ser evitados, já que desatam os piores instintos e depois se chega à violência ou ao abuso sexual!".

A nota dizia ainda que "uma imprensa fanática e desviada" coloca a culpa de tudo no homem.

Este texto causou indignação na paróquia e em toda a Itália, onde estima-se que o número de assassinatos de mulheres por homens foi especialmente elevado em 2012.

Associações de mulheres pediram a intervenção tanto da Igreja Católica quanto das instituições políticas italianas. (www.folha.com.br)

 
Mulher é demitida nos EUA por ser "muito atraente"
Qui, 27 de Dezembro de 2012 14:34

A Suprema Corte do Estado de Iowa, nos Estados Unidos, decidiu que os empregadores do local podem, legalmente, demitir funcionários que eles considerem muito atraentes.

Reprodução/ABC
Melissa Nelson, demitida nos EUA por ser
Melissa Nelson, demitida nos EUA por ser "irresistível"

Em uma decisão unânime, o tribunal indicou que um dentista não violou as leis do Estado ao demitir uma assistente que a mulher dele considerava ser uma ameaça ao seu casamento.

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A assistente, Melissa Nelson, trabalhou para o dentista James Knight por mais de dez anos e nunca tinha flertado com ele, de acordo com os testemunhos de ambas as partes.

Mas, no julgamento, Knight disse que tinha reclamado diversas vezes que as roupas da funcionária, classificada no processo como "irresistível", eram muito apertadas e "reveladoras".

Em 2009, ele começou a trocar mensagens SMS com Nelson. A maior parte dos torpedos era relacionada ao trabalho, mas alguns eram sugestivos --em um deles, de acordo com os dados do processo, o chefe perguntou à assistente com que frequência ela tinha orgasmos. Ela não respondeu a mensagem.

No fim daquele ano, a mulher do dentista descobriu os torpedos e mandou o marido demitir a funcionária, em razão de ela ser "uma grande ameaça ao casamento" dos dois.

No começo de 2010, Nelson foi demitida e entrou com um processo contra o chefe, dizendo que não havia feito nada de errado, que considerava Knight uma figura paterna e que havia sido mandada embora apenas por ser mulher.

O dentista argumentou que a assistente não havia sido demitida por ser mulher, já que todas as funcionárias de sua clínica são do sexo feminino, mas sim porque o relacionamento entre os dois colocava seu casamento em risco.

Os sete juízes da corte de Iowa, todos homens, decidiram que chefes podem demitir funcionários "muito atraentes" e que a medida não representa discriminação. (www.folha.com.br)

 
Polonês se queima ao 'atender' ferro de passar em vez de telefone
Ter, 18 de Dezembro de 2012 16:54

Thomas Paczkowski estava distraído com luta de boxe.
Homem de 32 anos colocou ferro na orelha quando telefone tocou.

O polonês Thomas Paczkowski, de 32 anos, tirou o dia de folga do trabalho para ajudar sua esposa com os afazeres domésticos. Quando ficou entediado, abriu uma cerveja e ligou a TV para assistir a uma luta de boxe - tudo isso enquanto passava roupa. Em certo momento, o telefone da casa tocou, e o homem “atendeu” o ferro de passar.

Thomas ficou tão distraído com a luta que 'atendeu' o ferro de passar (Foto: Reprodução)T
homas ficou tão distraído com a luta que 'atendeu' o ferro de passar (Foto: Reprodução)

De acordo com o jornal polonês “Fakt”, Thomas teria ficado tão distraído com a luta de boxe que colocou o ferro de passar quente na orelha como se fosse o telefone, e só percebeu quando seu rosto começou a arder terrivelmente.

Felizmente, os médicos que atenderam o homem afirmaram que, apesar de ter queimado a parte esquerda do rosto e a orelha, os ferimentos não foram muito graves e Paczkowski irá se recuperar por completo. (www.globo.com)

 
Erro médico salva a vida de bebê prematuro de 382 gramas
Ter, 18 de Dezembro de 2012 16:51
Médicos se enganaram na pesagem da pequena Maddalena, que nasceu com 23 semanas, e o erro fez com que ela sobrevivesse.

Os britânicos Kate e Renato Douse ficaram extremamente preocupados quando tiveram suas primeiras filhas, Maddalena e Isabella, gêmeas que nasceram com apenas 23 semanas. O medo veio por conta de um código ético seguido pelos hospitais do Reino Unido que diz que os médicos não devem se esforçar para manter vivos esses bebês prematuros, já que eles são muito frágeis e têm raríssimas chances de sobrevivência. Um erro do hospital, porém, fez com que uma das meninas fosse salva.

Isabella não aguentou e morreu poucas semanas após o nascimento. Mas Maddalena sobreviveu, e, quando foi pesada, a balança marcou 1 libra (aproximadamente 453 gramas), número considerado razoável que fez com que os médicos decidissem agir para mantê-la viva. Acontece que a bebê pesava, na verdade, apenas 382 gramas, e uma tesoura esquecida em cima da balança havia aumentado seu peso. Se não fosse por isso, provavelmente eles teriam seguido o código e deixado os esforços de lado.

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Agora, seis meses depois, a menina finalmente recebeu alta do hospital. “Nunca imaginamos que poderíamos trazer Maddalena para casa. Ela está pesando quase 2,5 kg e fica mais forte a cada dia. É nosso pequeno milagre e estamos muito felizes de tê-la em casa em época de Natal”, disse Kate ao The Sun. (www.globo.com.br)

 
Mulher obcecada por gatos mantém 100 animais mortos na geladeira
Qua, 05 de Dezembro de 2012 20:11
Coleção macabra de Terry virou tema de programa de TV nos EUA; Mulher ainda possui 50 gatos vivos em casa

Estado de Minas

Publicação: 05/12/2012 15:26 Atualização: 05/12/2012 16:16

Terry disse que não consegue deixar animais (Reprodução/TheSun)
Terry disse que não consegue deixar animais
A vida de uma mulher identificada apenas como Terry virou notícia depois que ela resolveu revelar sua coleção macabra de gatos mortos. Além de criar cerca de 50 animais em casa, Terry guarda na geladeira o cadáver de outros 100 felinos.

De acordo com o periódico The Sun, Terry conta que é apaixonada por gatos e que resgatava os animais na rua e os levava para a casa. Ela afirmou que tinha poucos animais, mas eles acabaram se reproduzindo e ela não conseguiu mais comprar ração para alimentar e cuidar de todos. A situação ficou difícil de controlar e Terry ficou ainda mais apavorada quando os felinos morreram. Em entrevista ao programa Hoarders, da TV norte-americana A&E, a mulher contou que não conseguiu enterrá-los e, sem dinheiro para pagar a cremação, decidiu armazenar os cadáveres na geladeira. Com o tempo, toda a geladeira de Terry foi ocupada pelos gatos, o que incomodou parentes e vizinhos da mulher.
Alguns gatos foram encontrados em sacos plásticos, dentro de um  armário (Reprodurção/A&E TV)
Alguns gatos foram encontrados em sacos plásticos, dentro de um armário
Durante a entrevista, Terry chegou a chorar e disse que não conseguiu se desfazer dos corpos porque ama demais os gatos e não suportaria que eles a deixassem. "Eu não posso mais dizer que eu amo animais, porque eu os tratava muito mal", disse a mulher ao ser questionada sobre as condições precárias em que os animais vivem na casa dela.
Após gravar o programa, a equipe de TV acionou as autoridades locais e o “tesouro mórbito” da mulher foi retirado da casa. Apesar de Terry dizer que guardava os cadáveres apenas na geladeira, corpos de felinos dentro de sacos plásticos foram econtrados em um armário da casa. (www.folha.com.br)
 
Iraniana deformada ganha na Justiça direito de cegar agressor
Qua, 21 de Novembro de 2012 13:19

A iraniana Ameneh Bahrami, 34, ficou desfigurada depois que um colega de faculdade com quem ela não queria se casar atirou ácido em seu rosto. Em 2011, ela obteve o direito de aplicar a Lei de Talião, mas, na última hora, perdoou o agressor. Residente na Espanha, Ameneh voltou ao Irã para lançar sua biografia "Auge um Auge" ("olho por olho", em alemão), sem previsão de lançamento no Brasil.

Leia o depoimento de Bahrami à Folha:

"Nasci de um pai militar e de uma mãe professora de escola primária e tive uma infância feliz crescendo ao lado de minhas duas irmãs e dois irmãos em Teerã.

Terminado o segundo grau, me inscrevi na faculdade de Engenharia Eletrônica na Universidade Eslamshahr.

Em 2003, uma senhora me telefonou dizendo que tinha um filho que estudava comigo e queria me pedir em casamento. Ela me disse seu nome, Majid Movahedi, e então fui conferir quem era.


Kaveh Kazemi/Folhapress/Arquivo Pessoal
Imagens mostram Ameneh Bahrami antes do ataque, em 2004, (acima) e agora, em visita a Teerã, depois do tratamento (à esq.) ao qual foi submetida em Barcelona, na Espanha, com a ajuda financeira do governo iraniano
Imagens mostram Ameneh Bahrami antes do ataque, em 2004, (à dir.) e agora, em visita a Teerã, depois do tratamento (à esq.) ao qual foi submetida em Barcelona, na Espanha, com a ajuda financeira do governo iraniano

Eu o conhecia de rosto, mas não sabia seu nome. Quando a mãe me ligou de novo, contei que não estava interessada. Não ia com a cara dele e, além disso, ele um dia havia mexido comigo durante uma oficina de laboratório, tocando minhas coxas.

Mas ela continuou ligando, dizendo que seu filho era homem e, por isso, tinha direito de escolher quem bem entendesse para ser sua mulher. Após meses recebendo ligações, exigi que ela parasse de telefonar. Ela respondeu que seu filho iria se matar se não se casasse comigo.

Meses depois, me formei e consegui um emprego numa empresa de equipamentos médicos.

Eu só soube muito tempo depois que Majid naquela época vivia me seguindo e levantando todo tipo de informação a meu respeito, desde horários até nomes de colegas.

Certa vez ele me ligou dizendo que estava disposto a me matar se eu não me casasse com ele. Não levei a sério e continuei vivendo normalmente, até que um dia, em outubro de 2004, eu o vi me esperando na frente da empresa.

Repeti que não o queria e contei que tinha um marido. Majid respondeu: É mentira, pois sei tudo a seu respeito. Case comigo ou vou arruinar sua vida.

Dois dias depois, saí do trabalho por volta das 16h30 e caminhava pela rua quando senti alguém apressado atrás de mim. Deixei a pessoa me ultrapassar e vi que era Majid, com um frasco na mão.

Ele atirou um líquido no meu rosto, pensei que fosse água quente. Ele riu e saiu correndo, e minha vista escureceu.

A última coisa que meus olhos enxergaram foi o tênis de Majid. Logo senti uma queimação atroz e entendi que o líquido que escorria pelo meu rosto não era água quente, mas ácido sulfúrico.

Comecei a gritar no meio da rua e arranquei desesperadamente minha roupa e até meus calçados, que não paravam de queimar.

Doía muito e eu não enxergava nada. Trouxeram água e eu molhei minhas mãos e braços, mas o efeito foi pior, pois minha pele começou a ferver. Um homem me disse: Não leve a água à cabeça, senão seu rosto vai se desmanchar.

Fui levada de hospital em hospital até ser atendida.

Nem na clínica de queimados sabiam o que fazer comigo. Diziam nunca ter visto um caso assim. Cinco horas depois, um médico anunciou que meu olho esquerdo estava perdido e que meu olho direito tinha chance de ser salvo.

Com ajuda financeira do então presidente Mohammad Khatami, fui fazer tratamento em Barcelona, onde uma operação bem-sucedida me permitiu recuperar 40% da visão do olho direito.

SEM DINHEIRO NEM TETO

Mas Mahmoud Ahmadinejad, eleito em 2005, cortou a ajuda, e mergulhei numa situação muito difícil na Espanha, sem dinheiro nem teto.

Em 2007, peguei uma infecção num abrigo social e perdi de vez o olho direito. Foi aí que decidi voltar ao Irã para pedir a Lei de Talião [olho por olho, dente por dente, criada na Babilônia antiga].

A Justiça argumentou que a lei nunca era aplicada, mas, no ano passado, ganhei a causa. Majid já estava no hospital judiciário para ser cegado quando anunciei que o perdoava. Ele se jogou no chão e beijou meus pés.

No fundo eu nunca quis aplicar a Lei de Talião. Jamais poderia fazer isso, não sou selvagem. Eu queria mesmo chamar a atenção para o caso e evitar que outras pessoas passem pelo que sofri.

Hoje o que importa é o dinheiro. Quero que ele me pague 150 mil. Mas ele foi solto pela Justiça, que não gostou de eu ter recuado da lei.

Há muita complicação, mas continuo atrás do dinheiro. Volto dentro de alguns dias para Barcelona, onde sigo tratamento e vivo com a ajuda que Ahmadinejad retomou depois que eu perdoei Majid.

Um médico na Espanha acha que pode recuperar meu olho esquerdo. Enquanto isso, quero que meu livro saia no mundo todo." (www.folha.com.br)

 
Morre aos 92 anos o reverendo Moon, fundador da Igreja da Unificação
Dom, 02 de Setembro de 2012 19:35

Sun Myung Moon, o milionário que fundou a Igreja da Unificação e é conhecido como reverendo Moon, morreu na Coreia do Sul aos 92 anos, anunciou a agência sul-coreana Yonhap.

Moon tinha sido hospitalizado no mês passado depois de sofrer complicações em decorrência de uma pneumonia.

A seita havia informado na sexta-feira passada que seu fundador sofria de um problema crítico em seus órgãos vitais.

O reverendo Moon tinha sido transferido na semana passada do hospital St Mary de Seul para um centro médico pertencente à seita, no leste da capital coreana

A Igreja da Unificação foi fundada por Moon em Seul em 1954, com uma teologia vagamente baseada no cristianismo tradicional.

Segundo a crença, Moon teria se encontrado com Jesus aos 16 anos de idade e, inspirado por ele, desenvolvido uma doutrina que prega o fortalecimento da família e do casamento e o trabalho como objetivos fundamentais do homem.

A seita alega que evangeliza em cerca de 200 países e reivindica 3 milhões de adeptos.

A igreja é lembrada principalmente por seus casamentos coletivos. Em 2002, por exemplo, Moon casou ao mesmo tempo cerca de 3.500 casais no estádio Olímpico de Seul. O matrimônio em massa teve pessoas de 186 países, muitas das quais haviam acabado de se conhecer.

Em março, ele realizou um casamento coletivo para 2.500 pessoas e liderou um serviço religioso para mais de 15 mil pessoas em julho.

O fato é comum na igreja do reverendo, que nesses casos define os casais com base em fotos e informações pessoais.

Paralelamente à fé, Moon comandava um império empresarial e financeiro que possui jornais, universidades, indústrias e empresas de muitos tipos.

O reverendo Moon já havia deixado o comando diário da operações da igreja, que tem a sua sede em Seul, para um de seus filhos, e a gerência do Tongil Group, com atividades nas áreas de construção, resorts, agências de viagens e um jornal, para um outro filho.

BRASIL

No Brasil, o reverendo se notabilizou por comprar cerca de 50 fazendas em Mato Grosso do Sul, quase todas na divisa com o Paraguai.

Moon foi acusado pelo Ministério Público Federal de lavagem de dinheiro e ameaça à soberania nacional.

Em 2000, o reverendo comprou o clube de futebol Atlético Sorocaba.

Jo Yong-Hak - 8.fev.11/Reuters
O reverendo Moon, que fundou a Igreja da Unificação, morreu depois de sofrer complicações por uma pneumonia
O reverendo Moon, que fundou a Igreja da Unificação, morreu depois de sofrer complicações por uma pneumonia

TORTURA

Moon foi torturado e mandado para um campo de trabalhos forçados quando pregava na Coreia após a Segunda Guerra Mundial, de acordo com a sua biografia em seu site. Ele foi libertado quando os guardas fugiram com o avanço das forças americanas durante a Guerra da Coreia.

Depois de vagar pela cidade de Busan, no sul, como um refugiado de guerra, ele teria construído a sua primeira igreja nessa região a partir de caixas de rações militares.

Seus ensinamentos são baseados na Bíblia, mas com novas interpretações, e são condenados como heréticos por algumas organizações cristãs.

"A visão de Deus de Moon é essencialmente coreana, combinando xamanismo e padrões familiares confucianos ao modelo cristão," escreveu o autor Michael Breen em seu livro "The Koreans".

"Seu Deus é o pai misericordioso que sofre em uma agonia solitária em um mundo de crianças más." (www.folha.com.br)

 
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