Enquete

Qual é a sua opinião, com relação ao trabalho da imprensa escrita de Leopoldina?
 

Visitantes

mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter
mod_vvisit_counterHoje489
mod_vvisit_counterOntem1911
mod_vvisit_counterEsta Semana7643
mod_vvisit_counterSemana Passada9061
mod_vvisit_counterEste Mês32242
mod_vvisit_counterMês Passado9571
mod_vvisit_counterTodos os Dias3068979

We have: guests online
Hoje: 24 Nov, 2017

300x250_Site_Progresso

Início Noticias do Brasil
Noticias do Brasil


Mega acumula e prêmio pode chegar a R$ 40 milhões no sábado PDF Imprimir E-mail
Qui, 07 de Abril de 2016 09:51

O prêmio principal da Mega-Sena acumulou pela sexta vez consecutiva e poderá pagar R$ 40 milhões no próximo sábado (9).

argaiv1432

Confira as seis dezenas do concurso 1.806 da Mega-Sena, sorteadas nesta quarta-feira (6) pela Caixa Econômica Federal, em São Domingos, município da região oeste de Santa Catarina:

11 - 20 - 35 - 42 - 55 - 58

A quina da Mega-Sena saiu para 86 apostas, com prêmio de R$ 37.310,94 cada uma. Para a quadra da Mega, foram 5.047 apostas ganhadoras, que embolsam prêmio de R$ 908,24 cada.

A aposta mínima (para seis dezenas) custa R$ 3,50. A chance de acertar os seis números é de uma em 50 milhões. (Fonte: www.uol.com.br).

 
nterior | Voltar Fernanda Gentil termina casamento com empresário carioca. PDF Imprimir E-mail
Qui, 07 de Abril de 2016 09:48


A apresentadora Fernanda Gentil e o empresário Matheus Braga terminaram o casamento, depois de namorarem desde a juventude. A jornalista teve uma breve conversa com o UOL Esporte e confirmou o término.

Com poucas palavras, Fernanda disse que sempre defenderá Matheus Braga e que ele é o melhor pai que seu filho poderia ter. “O que posso dizer é que o amor é lindo o tempo que dura e que as pessoas não devem desistir do amor'', disse.

Os dois tem um filho, Gabriel, que nasceu no ano passado. O pequeno está agora com sete meses. Além dele, os dois criam Lucas, afilhado da apresentadora, de 8 anos. A postagem mais recente da apresentadora foi dos dois.

Aos 29 anos, Fernanda Gentil estava com Matheus desde os 15 anos, quando o casal iniciou o namoro. Em 2013, eles resolveram casar.

Matheus já chegou a falar publicamente que entrou no aniversário de 15 anos da apresentadora de penetra e a xavecou.

Durante o relacionamento deles, Fernanda sempre usou suas redes sociais para ressaltar o amor por seu marido. Ela também usava para fazer brincadeiras com ele, da mesma forma que fazia com sua mãe.

Também foi a rede social que gerou especulações sobre eles recentemente. Acompanhada de Matheus, no programa Encontro com Fátima Bernardes, disse que estava tudo bem entre eles.

Fernanda Gentil chegou a admitir algumas vezes a intenção de ter um segundo filho com Matheus, mas sempre deixou a possibilidade no ar. Convidada do Mais Você, a apresentadora falou que o projeto ficaria para depois da Rio 2016.

Leandro Carneiro
Do UOL, em São Paulo

 
Governo pode ir à Justiça contra relatório e procedimentos da comissão PDF Imprimir E-mail
Qui, 07 de Abril de 2016 09:28

Responsável pela defesa da presidenta no processo de impeachment, Cardozo disse que vai continuar insistindo na tese de que o processo de impeachment é nulo.

 

José Eduardo Cardozo
Cardozo disse que vai continuar insistindo na tese de que o processo de impeachment é nulo
PUBLICADO EM 07/04/16 - 07h39

O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo, considerou nulo e improcedente o relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que apresentou parecer favorável ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff na comissão especial da Câmara dos Deputados que discute o afastamento dela do cargo. Demonstrando preferência para que os “vícios” e “nulidades” apontadas pela defesa sejam corrigidos pelo próprio Congresso Nacional, Cardozo, porém, não descartou judicializar o processo, com recursos jurídicos contra o relatório apresentado por Jovair Arantes.

“Eu confio que esse relatório não seja aceito pela comissão especial. As nulidades são flagrantes, as evidências são óbvias e o melhor seria que se corrigisse. Porque arrastar uma decisão como essa não faria bem para ninguém. Agora, se por ventura os direitos do estado democrático de direito forem violentados do ponto de vista do mandato presidencial, seguramente iremos à Justiça”, declarou Cardozo, sem revelar o momento em que esse recurso se daria.

Responsável pela defesa da presidenta no processo de impeachment, Cardozo disse que vai continuar insistindo na tese de que o processo de impeachment é nulo. Segundo ele, o relatório não responde questões apontadas pelo documento encaminhado pela defesa, e aborda questões que “ultrapassam os limites da denúncia”.

“A impressão que nos dá, com a devida vênia, é que ele [Jovair Arantes] tinha conclusão já afirmada e saiu correndo atrás das premissas. Ou seja, ele queria o impeachment e aí ficou a justificá-los. Porque todas as questões que foram levantadas pela defesa eu não pude ver a resposta”, afirmou, referindo-se ao mérito das questões levantadas.

Após a leitura do relatório, Cardozo convocou uma entrevista coletiva para questionar pontos da sessão de hoje e do relatório que, segundo ele, devem ser anulados por, principalmente, cercearem o direito de defesa de Dilma.

Advogados da presidenta

De acordo com o ministro, os advogados da presidenta não foram intimados a participar das etapas do processo. Mesmo assim, informou, eles compareceram à sessão desta quarta-feira (6) na tentativa de apresentarem questões de ordem durante a leitura do relatório, mas não puderam se manifestar. “Ao não ter sido dada a palavra ao advogado, infringiu-se a lei, a prerrogativa do advogado e feriu-se de morte mais uma vez o exercício do direito de defesa da presidenta”, disse.

Cardozo acusou o relatório também de não responder sobre questionamentos feitos pela defesa acerca de elementos que não constam na denúncia apresentada pelos advogados Miguel Reale Júnior, Janina Paschoal e Hélio Bicudo. Ele também criticou a presença dos autores do pedido de impeachment em sessão na comissão, quando, segundo ele, “a denúncia deve ser explicada por si própria”.

Vingança de Cunha

Segundo o ministro, Jovair Arantes não respondeu à argumentação preliminar da defesa de que o pedido de impeachment foi aceito por “vingança” do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, o que caracterizaria um vício processual. “Essa questão deveria ter sido respondida pelo relator. Por que não houve desvio de poder? Não houve vingança? O senhor relator não disse em nenhum momento que não foi uma vingança, apenas se limitou a dizer que o Judiciário tinha apreciado, quando não apreciou. O relatório ignorou completamente uma acusação frontal de ilicitude desse processo, não cuidou de explicar porque não seria desvio de poder aquilo que ocorreu no desencadear do processo”, disse.

Para Cardozo, a comissão deveria ter tirado dos autos fatos “estranhos” à denúncia, como a delação do senador Delcídio do Amaral e indícios de crime de responsabilidade cometidos antes de 2015, quando começou o segundo mandato de Dilma. A interpretação dele é de que a partir daí deveria ter sido reaberto prazo para a defesa e os deputados membros da comissão deveriam ter sido advertidos sobre a “nulidade” desses fatos estranhos.

“O relator lamentavelmente passou batido pela questão, grave violação do princípio do devido processo legal. Na parte das preliminares, não só o relator não tratou das questões, não enfrentou, não respondeu, como ainda as agravou, porque cerceou o direito da defesa e distorceu o objetivo do processo”, disse.

Meta fiscal

Cardozo repetiu parte da defesa apresentada por ele na comissão do impeachment, de que as alterações orçamentárias feitas pela presidenta não interferem na meta fiscal, que não houve ato que impute a Dilma crime de responsabilidade e que não há ilegalidade nos decretos assinados por ela. “Como se continua a insistir num erro primário como este [confusão entre meta fiscal com decretos orçamentários]? Eu só tenho uma justificativa: quer-se a conclusão a despeito dos conceitos. Quer se construir um crime a qualquer preço, quando ele não ocorreu”.

Assim como na apresentação feita nessa segunda-feira (4), o advogado-geral da União disse que ainda que houvesse problema com as alterações orçamentárias, não haveria dolo da presidenta porque ela se baseou em pareceres de órgãos técnicos, atendeu a solicitações de outros poderes e cumpriu recomendações de tribunais de Contas.

“De que crime nós estamos falando? De que atentado à Constituição nós estamos falando? O senhor relator não consegue demonstrar isso. Faz uma análise de muitas palavras, mas de pouco conteúdo. Há erros crassos, com a devida vênia e respeito que tenho pelo senhor relator, do ponto de vista do direito financeiro”, disse. (Fonte: www.otempo.com.br).

 
Empresa de Lula mudou número de telefone para levar autoridades a erro, diz MPF PDF Imprimir E-mail
Qui, 07 de Abril de 2016 09:27

A força-tarefa da Operação 'Lava Jato' afirmou, em petição ao procurador-geral da República Rodrigo Janot, que a LILS Palestras, Eventos e Publicações, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mudou o número do telefone da empresa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica após a polêmica dos grampos envolvendo o petista. Os procuradores que assinam o documento com data de segunda-feira afirmam que "tal situação, que revela possível alteração de provas, tem o único propósito de levar a erro as autoridades judiciais".

O escritório Teixeira, Martins & Advogados sustenta que o juiz Sérgio Moro, que conduz as ações da 'Lava Jato' na 1ª instância, a pedido da força-tarefa, autorizou a interceptação do telefone celular de um dos advogados constituídos pelo ex-presidente Lula. Segundo os criminalistas, o magistrado teria autorizado ainda a interceptação do ramal-tronco do escritório de advocacia, com o monitoramento de 25 advogados também constituídos pelo petista.

Os procuradores anotam que o telefone grampeado estaria em nome da LILS, na Receita Federal, e não do escritório de Roberto Teixeira. "Registre-se, por ser revelador da ausência de boa-fé dos investigados, o fato de que, posteriormente à discussão sobre o monitoramento deste terminal, ter sido alterada a indicação do telefone da empresa LILS Palestras no cadastro do CNPJ, conforme consulta efetuada no dia 4 de abril de 2016. Foi indicado novo número de telefone inexistente, qual seja: (00) 1111-1111. Tal situação, que revela possível alteração de provas, tem o único propósito de levar a erro as autoridades judiciais quanto à pertinência da indicação do terminal pelo Ministério Público Federal, à época da representação, como sendo atribuído a LILS Palestras."

De acordo com o documento da força-tarefa da 'Lava Jato', o Ministério Público Federal (MPF) havia solicitado ao juiz federal Sérgio Moro o monitoramento telefônico de Lula e indicou alguns números, entre eles, um que seria ligado à LILS Palestras. A Procuradoria afirma que o número foi obtido na internet como vinculado à empresa.

"A empresa L.IL.S. Palestras também indicou o terminal como sendo próprio para a Receita Federal, conforme se colhe do cadastro de CNPJ da empresa. Observe-se que em 22 de março de 2016, após questionamentos da imprensa, foi novamente confirmado que o terminal era pertencente a LILS Palestras mediante consulta ao Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica", sustenta a força-tarefa.

Para os procuradores, como o telefone estava declarado oficialmente pela própria empresa à Receita, estava "plenamente justificada a inclusão do referido terminal como vinculado à empresa LILS Palestras".

"Assim, são infundadas e maliciosas as alegações inicialmente veiculadas pela imprensa de que o Ministério Público Federal e a Polícia Federal monitoraram, de forma dissimulada, o telefone do escritório de advocacia de Roberto Teixeira, pessoa esta, diga-se de passagem, que também é objeto da investigação avocada pelo STF", anota a força-tarefa.

"Soma-se, ainda, o fato de que nos relatórios juntados aos autos pela Polícia Federal, no decorrer da interceptação, não constam transcrições de diálogos envolvendo o terminal como alvo do monitoramento, o que denota que eventuais conversas captadas a partir daquele alvo não foram consideradas relevantes para a investigação."

Em nota, a defesa do ex-presidente Lula afirma que a "interceptação telefônica de advogados constituídos por pessoa que sofre persecução penal por parte do Estado é um dos mais graves atentados ao Estado Democrático de Direito." Assinada por Roberto Teixeira e Cristiano Zanin Martins, a nota destaca que a interceptação do telefone celular de um dos advogados constituídos por Lula e do ramal-tronco do escritório de advocacia é uma "clara violação à garantia constitucional da ampla defesa e, ainda, da inviolabilidade das comunicações telefônicas entre cliente e advogado, assegurada por lei."

'Lava Jato' monta diagramas da família Lula

Moro diz ao STF que Lula quis 'intimidar e obstruir' as investigações

Para a defesa de Lula, o juiz Sérgio Moro autorizou a interceptação telefônica e somente depois tentou encontrar uma justificativa para tal medida. "Já foram diversas tentativas. Primeiro, o juiz tratou de incluir, de forma artificial e sem os requisitos legais, um dos advogados no rol de 'investigados'. Sem êxito, Moro agora estaria tentando novas alternativas.

"Por isso, espera-se que o monitoramento telefônico autorizado pelo Juiz Sérgio Moro seja devidamente punido pelos órgãos de controle, sem prejuízo do reconhecimento dos vícios insuperáveis no próprio procedimento em que houve a prática desse ato inconstitucional e ilegal", aponta a nota. (Fonte: www.hojeemdia.com.br).

 
32 dos 65 deputados de comissão são a favor do impeachment PDF Imprimir E-mail
Qui, 07 de Abril de 2016 09:24

De acordo com levantamento do jornal O Estado de S. Paulo, dos 65 deputados participantes da Comissão Especial, 32 se manifestaram favoravelmente ao impedimento da presidente Dilma Rousseff; 20 contra; 10 estão indecisos e três deputados não quiseram revelar o voto. Importante lembrar que essas posições ainda não são definitivas - e que existe muita negociação em curso no Congresso. São necessários 33 votos para que a comissão referende o parecer do relator.

+ Cardozo diz que irá à Justiça se parecer de relator não for vetado em Comissão
Relatório favorável ao impeachment acirra ainda mais polarização na comissão

Nesta quarta-feira, 6, o relator do processo na Câmara, Jovair Arantes (PTB-GO), deu parecer favorável ao procedimento.

O deputado Paulo Maluf (PP-SP) que já havia definido voto contra o impeachment, declarou que, agora, se sente livre para votar favoravelmente (ele acusa o governo de comprar deputados do PP com cargos). Ainda assim, Maluf não deixou claro qual será sua posição.

Os votos do seu partido estão divididos: Jerônimo Goergen (RS) e Júlio Lopes (RJ) estariam a favor do impeachment; já Aguinaldo Ribeiro (PB) e Roberto Brito (BA) se manifestaram contrários. Uma flutuação no PP pode definir a votação.

O PR vive situação semelhante. Dois deputados já se posicionaram do lado do Planalto (José Rocha, BA; e Vicentinho Junior, TO). Outros dois parecem aguardar os próximos passos. Quintela Lessa (AL) diz ainda estar indeciso, já Edio Lopes (RR) não foi encontrado.

No PMDB, que oficialmente deixou o governo, seus deputados oscilam: quatro são a favor; três se dizem indecisos e um (Leonardo Picciani, RJ) é contra.
Bancadas do PSDB e do DEM estão fechadas a favor do impeachment. PT, PC do B e PSOL votam pela manutenção do governo. O deputado Jhonatan Jesus (PRB-RR) não quer revelar seu voto e também não se declarou indeciso.

O relatório será votado até segunda-feira. O parecer é uma orientação ao plenário. Seja qual for a decisão da comissão, ela terá de ser submetida à votação por todos os deputados. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.(Fonte: www.hojeemdia.com.br)

 
Operação Lava Jato Delator informou ter emprestado jatinhos a Dirceu 113 vezes PDF Imprimir E-mail
Ter, 26 de Janeiro de 2016 19:22

Em depoimento na última sexta-feira (22), Julio Camargo voltou ao assunto e disse que o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque havia pedido pagamento de R$ 4 milhões a Dirceu.

José Dirceu

O lobista Julio Camargo, delator da Operação Lava Jato, apresentou documento à Justiça Federal informando ter emprestado jatinhos ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu por 113 vezes entre 2010 e 2011.

A planilha de voos foi juntada como prova na ação penal que Dirceu responde na 13ª Vara Federal em Curitiba, sob acusação de ter recebido propina relacionada a contratos da Petrobras.
Anteriormente, Julio Camargo já havia dito que bancou voos de Dirceu em jatinhos e que os custos desses voos eram abatidos de um saldo de propina que o ex-ministro teria a receber referente à Petrobras.

Em depoimento na última sexta-feira (22), o lobista voltou ao assunto e disse que o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque havia pedido pagamento de R$ 4 milhões a Dirceu.
Segundo Julio Camargo, parte desse pagamento foi feita em dinheiro vivo e outra parte que sobrou, de R$ 1 milhão, em horas de voo.

"[Esse] saldo de R$ 1 milhão entrou em uma conta de afretamento de aviões que o ministro usava, dois aviões que eram de minha propriedade. Isso representava um débito e esses débitos eram compensados nessa conta de R$ 1 milhão que ficou restante", declarou ao juiz federal Sérgio Moro, durante audiência.

Na planilha, as siglas indicam voos frequentes entre São Paulo a Brasília, além de outros deslocamentos.

A defesa de Dirceu tem negado que o ministro recebeu propina e afirma que as consultorias prestadas por ele às empreiteiras foram serviços efetivamente feitos. (Fonte: www.otempo.com.br).

 
Educação Fies recebe mais de 6 mil inscrições em 15 minutos PDF Imprimir E-mail
Ter, 26 de Janeiro de 2016 19:18

Estudantes que esperavam que o sistema fosse aberto pela manhã, mas ministério disse que sistema apresentou problemas.

Passa de 6 mil o número de candidatos registrados no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). As inscrições foram abertas nesta terça-feira por volta das 17h e, nos primeiros 15 minutos, recebeu mais de 6 mil candidatos.  As inscrições vão até o dia 29, na internet.

Antes da abertura das inscrições, estudantes que esperavam que o sistema fosse aberto pela manhã, relataram problemas. “Alguém conseguiu se inscrever no Fies?”, pergunta uma usuária pelo Twitter. Outro complementa: “E nada de o site do Fies atualizar para liberar a inscrição”.

Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, o sistema não tem problemas. "Temos uma tradição com as inscrições do Sisu [Sistema de Seleção Unificada], ProUni [Programa Universidade para Todos]. O sistema funciona", diz.

Perguntado se o prazo será adiado pelo atraso na abertura do sistema, Mercadante diz que o ministério não trabalha com essa possibilidade, mas que monitorará o processo. "A princípio está mantido o calendário, dissemos que abriríamos hoje e manteremos até sexta-feira e não trabalhamos com possibilidade de prorrogação. Não tivemos problema com o Sisu, nem com o ProUni e não teremos com o Fies".

O Fies oferece nesta edição 250.279 financiamentos em 25.323 cursos em 1.337 instituições privadas de ensino superior. Segundo o Ministério da Educação, 63% das vagas são em áreas prioritárias, como formação de professores, de engenheiros e de profissionais da área de saúde.

O programa oferece financiamento de cursos em instituições privadas de ensino a uma taxa efetiva de juros de 6,5% ao ano. O percentual de financiamento é definido de acordo com o comprometimento da renda familiar mensal bruta per capita do estudante. Atualmente, mais de 2,1 milhões de estudantes participam do programa.

O processo seletivo do Fies referente ao primeiro semestre de 2016 terá chamada única e lista de espera. Os estudantes que não forem pré-selecionados na chamada única serão incluídos na lista de espera para o preenchimento das vagas eventualmente não ocupadas. O resultado da pré-seleção na chamada única e a lista de espera serão divulgados no dia 1º de fevereiro.

Pode se inscrever no processo seletivo o estudante que tenha participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir de 2010, e obtido pelo menos 450 pontos na média das provas. O candidato não pode ter tirado 0 na redação do Enem. Além disso, precisa ter renda familiar mensal bruta per capita de até 2,5 salários mínimos (R$ 2.200).

O interessado em obter o financiamento poderá se inscrever em um único curso e turno entre aqueles com vagas ofertadas. Durante o período de inscrição, ele poderá alterar sua opção de vaga, bem como fazer o cancelamento. Os estudantes serão classificados de acordo com as notas no Enem na edição em que tiver obtido a maior média. (Fonte: www.otempo.com.br).

 
« InícioAnterior12345678910PróximoFim »

Página 8 de 213
Bom Dia,

Leia o Jornal Online

edicao-070

Edições Anteriores

Publicidade

 tec-enf

finance

blogmarinato

bar-puca

Previsão do Tempo

Todos os Direiros reservados
Desenvolvido por