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Noticias do Estado
Mau uso de eletrônicos pode causar sérios danos, alerta o Corpo de Bombeiros PDF Imprimir E-mail
Postado por Marcos Marinato   
Qua, 23 de Novembro de 2016 11:50

Uso inadequado do telefone celular, por exemplo, pode provocar choques e até explosões. Confira os cuidados necessários para evitar acidentes com os aparelhos.

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Celulares, smartphones, tablets e notebooks fazem parte do nosso dia-a-dia e o uso constante, e muitas vezes descuidado, pode acabar  sendo perigoso.  Depois de um acidente doméstico que chamou a atenção, há alguns dias, o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) dá orientações para evitar contratempos.

Uma explosão ocorrida numa residência do bairro São Gabriel, em Belo Horizonte, serve de alerta. “Eu estava carregando o tablet no banheiro e, de repente, uma explosão iniciou o incêndio”, conta o morador Lucas Chaves,  que teve parte da casa, roupas, móveis e todas as fraldas do filho, que vai nascer, consumidos pelo fogo.

Segundo Chaves, o carregador que estava sendo utilizado no momento da explosão era original e havia sido comprado uma semana antes. “Estávamos todos na sala. Fui verificar a explosão e o tablet estava em chamas. Joguei água para tentar apagar e o fogo alastrou mais. A casa ficou toda enfumaçada, mas ninguém se feriu”, lembra.

Os bombeiros alertam que mesmo carregadores em bom estado de conservação aparente podem estar com problemas. Não é recomendado que os aparelhos fiquem recarregando no banheiro da casa. A umidade pode interferir, causando choques e curtos-circuitos.

O uso excessivo de benjamins nas tomadas, por exemplo, também pode gerar uma sobrecarga de energia e afetar toda a rede elétrica local. A manutenção periódica na rede elétrica da residência é uma boa pedida.

Um outro descuido comum é usar o equipamento durante a recarga, o que pode provocar choques, principalmente se a pessoa estiver descalça em piso molhado ou com o corpo úmido após o banho.

Também é recomendável reduzir o uso contínuo e prolongado dos aparelhos, como em casos de campeonatos de jogos online com o aparelho conectado à tomada. Do contrário, pode ocorrer superaquecimento e possível descarga elétrica.

Além disso, não se deve deixar o aparelho recarregando em cima da cama ou próximo a produtos, equipamentos e objetos inflamáveis.

Primeiros socorros

De acordo com o sargento e especialista em atendimento pré-hospitalar – APH, do CBMMG, Benedito Eduardo, as consequências de se usar aparelhos conectados ​à​ tomada variam e podem ser graves. Além de queimaduras, a vítima pode ter parada cardiorrespiratória, ficar inconsciente e precisar de atendimento médico.

Em casos de descarga elétrica com vítima inconsciente, deve-se desligar a energia do local. Se  não for possível, ​afastar a vítima, ​usando, por exemplo, um  cabo de vassoura com cuidado e ficar atento aos sinais vitais​.

Se a vítima estiver inconsciente e sem respiração, observ​e  os movimentos do tórax. Se  ​o socorrista estiver sozinho chame ​ imediatamente o socorro pelo telefone 193 e  ​logo em seguida, sem perder tempo,  inicie as massagens c​a​rdí​a​cas.

Se houver a presença de mais pessoas, enquanto um faz as massagens, ​a outra liga para o 193. “É importante que estes procedimentos sejam feitos logo após o ocorrido, enquanto ​a​ viatura ​se desloca. Outra opção é realizar a massagem cardíaca ​c​om o ​c​iclo de 30 massagens por  duas respirações boca-a-boca ”, destaca o sargento.

Outras medidas podem ser tomadas para a prevenção de acidentes elétricos em casa ou no trabalho. Confira:

 

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), o número de incêndios em moradias foi menor em 2016 do que no ano anterior, no período de janeiro a outubro. Em 2015, foram registrados 2.096 casos, frente a 1.714 ocorrências registradas no mesmo período deste ano. A queda foi de 18,2% nos registros residenciais e em quartos de hotéis.

 
Vereador de Muriaé quer kit de primeiros socorros nas escolas da rede pública. PDF Imprimir E-mail
Postado por Marcos Marinato   
Qui, 17 de Novembro de 2016 15:25
Vereador quer prestar um socorro mais eficiente a alunos, professores e funcionários das escolas

Vereador quer prestar um socorro mais eficiente a alunos, professores e funcionários das escolas

As escolas da rede pública de ensino de Muriaé poderão receber periodicamente kit de primeiros socorros. Projeto de lei neste sentido deu entrada na Câmara Municipal daquela cidade por meio do vereador Manoel Carvalho.
De acordo com o texto que aguarda ser incluído na Ordem do Dia para ir à votação, o kit deverá conter caixa para guardar os materiais de primeiros socorros, luvas de látex, compressas de gaze, esparadrapo, atadura de crepe, tesoura, bandaid de diversos tamanhos, água oxigenada, cotonetes, álcool 70%, soro fisiológico, antisséptico em spray, algodão, sabonete líquido e saco de lixo.
De acordo com a proposta, as escolas deverão estabelecer um cronograma para o recebimento dos kits, bem como a programação de atividades de conscientização e treinamento de seus professores e funcionários para a prática adeuqada dos primeiros socorros.
O vereador justificou sua proposta. "As escolas não possuem materiais de primeiros socorros e muitas vezes improvisam na solução de acidentes. Paralelamente, existe uma grande preocupação sobre a ocorrência de acidentes no ambiente escolar. Contudo, poucos são os que sabem a maneira adequada de prestar socorro no momento do acidente", explicou. (Foto: Guia Muriaé). (Fonte: www.marcelolopes.jor.br)
 
Pesquisa Minas teve um caso de estupro a cada 2 horas no ano passado. PDF Imprimir E-mail
Postado por Marcos Marinato   
Sex, 04 de Novembro de 2016 08:24

Anuário Brasileiro de Segurança revela números preocupantes sobre vários tipos de violência.

Cinco pessoas foram estupradas a cada hora no Brasil em 2015, em um total de 45.460 vítimas. Em Minas Gerais, o número foi de um caso a cada 2,2 horas, totalizando 3.970 vítimas. Os dados, divulgados nessa quinta-feira (3), foram publicados no 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, documento elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O número de estupros sofreu uma queda de 10%, se comparado ao ano de 2014, quando o país teve cerca de 50 mil casos. A queda, porém, não pode ser comemorada, pois os números ainda continuam muito elevados, de acordo com o anuário. Além disso, os casos reportados não correspondem à totalidade real de estupros e tentativas no país.

“Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) calcula que, no Brasil, ocorram aproximadamente 527 mil tentativas ou casos de estupros consumados no país, dos quais apenas 10% seriam reportados à polícia”, traz o texto do documento.

De acordo com especialista em segurança pública Leandro Piquet Carneiro, que é professor de relações internacionais da Universidade de São Paulo (USP) e membro do Centro de Liderança Pública, o número de denúncias de crimes desse tipo é proporcional à estrutura do Estado para receber essas denúncias.

“Nesse tipo de crime, ou o Estado oferece uma rede para o acolhimento da denúncia, para que a vítima seja recebida e protegida, ou essa denúncia não vai ocorrer. O que vai acontecer é a cifra obscura, da pessoa que fica em casa, só, com o silêncio, o pior cenário em um caso desses”, aponta o professor.

Uma comprovação disso ocorreu no Rio de Janeiro, logo depois da implementação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). “Depois da entrada da polícia nos morros, o número de denúncias desse tipo de crime disparou no Rio de Janeiro, porque as pessoas passaram a ter onde denunciar. Antes, era a lei do silêncio do tráfico que valia”, recorda.

Mortes. O anuário revelou também que 2015 registrou 58.492 assassinatos, uma média de 160 mil por dia. Em Minas Gerais, foram cerca de 4.380 assassinatos, uma média de 12 por dia, ou um a cada duas horas. De janeiro de 2011 a dezembro de 2015, foram registrados 279.592 assassinatos no país – número maior que as mortes causadas pela guerra na Síria, que foram 256.124. Quem mais morre no Brasil são os jovens com idades entre 15 e 24 anos (54%). Desses, 73% são pretos ou pardos.

A pesquisa também constatou a violência policial no Brasil, que tem uma taxa de letalidade de 1,6 para cada 100 mil habitantes. Em Honduras, país mais violento do mundo, esse número é de 1,2 para cada 100 mil e, na África do Sul, de 1,1. Esses números se refletem na percepção da população sobre a força policial do país. Mais da metade (59%) dos brasileiros teme ser vítima de violência da Polícia Militar, e 70% acha que a corporação faz uso excessivo da força.

Roubos. O anuário registrou uma média de um roubo ou furto de carro por minuto nos últimos dois anos, o que significa cerca de 1 milhão de veículos roubados ou furtados no período.

 


Algumas vítimas

Maio de 2015. Quatro jovens foram levadas para um matagal na cidade de Castelo do Piauí e estupradas por três homens. As vítimas tinham idades entre 15 e 18 anos.

Maio 2016. Uma adolescente de 16 anos, moradora da zona Oeste do Rio de Janeiro, denunciou à polícia ter sofrido um estupro coletivo por cerca de 30 homens. O número não se confirmou, mas o estupro coletivo, sim.

Outubro 2016. Uma mulher de 34 anos foi vítima de estupros coletivos por quatro anos no Rio de Janeiro. O caso foi descoberto pela Polícia Militar logo após ela ter sofrido mais uma violação, em um banheiro de bar.


Vítima de xenofobia, argentino ilustra estatísticas

Salvador. O argentino Marcelo Gabriel Rey, 38, morreu durante uma briga em um bar em Morro de São Paulo, balneário no município de Cairu, sul da Bahia. A vítima morava na Bahia havia três anos e, desde o início deste ano, trabalhava em um restaurante de comida argentina, o Peter 2º, em Morro de São Paulo. Segundo testemunhas, o agressor, identificado como José Henrique Pereira Pinto, 37, teria acusado Marcelo de “roubar vagas de emprego dos brasileiros”. A polícia ainda investiga o caso e não confirma que a briga tenha sido motivada por xenofobia. Testemunhas afirmam que Marcelo e Henrique estavam em um bar da vila, quando discutiram e iniciaram uma briga. Atingido por socos, Marcelo caiu, bateu a cabeça numa escada e desmaiou. Continuou a ser agredido mesmo após estar inconsciente. (Fonte: www.otempo.com.br)

 
Ex-marido é condenado pela morte de vereadora de Argirita. PDF Imprimir E-mail
Postado por Marcos Marinato   
Sex, 04 de Novembro de 2016 08:20

Sentença é de 16 anos de reclusão; cabe recurso. Vítima foi morta em 2013, no banheiro do Procon, depois de uma discussão.

Do G1 Zona da Mata

Julgamento morte vereadora Argirita  (Foto: Júlio Cabral/O Vigilante Online)Ex-marido foi condenado a 16 anos de reclusão, em regime inicial fechado (Foto: Júlio Cabral/O Vigilante Online)

O homem acusado da morte da ex-esposa, então vereadora de Argirita, Daniela Maria do Carmo Paula, foi condenado a 16 anos de reclusão, em regime inicial fechado. O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri da Comarca de Leopoldina, em julgamento realizado nesta terça-feira (1º), considerou o homem culpado por homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e de maneira que impossibilitou a defesa da vítima. De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), cabe recurso.

Daniela tinha 32 anos quando foi encontrada morta com um tiro na cabeça dentro do banheiro da Agência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), em 2013.

A juíza Elisa Eumenia Mattos Machado Penido, que presidiu o júri, negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, considerando que ele respondeu a maior parte do processo preso. "Não se verifica neste ensejo fato novo que autorize a revogação de sua prisão, revelando-se, ainda, uma incongruência sua colocação em liberdade após o reconhecimento da culpabilidade e aplicação da pena privativa de liberdade", disse a magistrada na sentença.

Daniela Maria do Carmo Paula,vereadora de Argirita (Foto: Reprodução/TV Integração)
Daniela Maria do Carmo Paula foi morta em 2013
(Foto: Reprodução/TV Integração)

Acusado não aceitava rompimento
O crime ocorreu no 17 de abril de 2013, quando Daniela Maria do Carmo Paula, que era vereadora, foi encontrada morta com um tiro na cabeça dentro do banheiro que fica na sede do Procon de Argirita.

Na época, a Polícia Civil apurou que, ao perceber a chegada do marido, a vereadora foi para o banheiro para que ninguém ouvisse a discussão do casal. Depois de 15 minutos, o acusado saiu do local pedindo que alguém socorresse a mulher. As investigações também apontaram que a vereadora foi morta pelo disparo de uma pistola 380, possivelmente com um silenciador acoplado.

Ainda segundo a Polícia Civil, a mulher era alvo constante de agressões do marido e, por isso, queria terminar o casamento, que já durava quase dois anos. No entanto, o acusado não aceitava o divórcio. A descoberta de um relacionamento extraconjugal mantido pela vereadora, seguido pelo pedido de separação, são apontados pela polícia como as principais motivações do crime.

A denúncia foi recebida pela Justiça em abril de 2014. Durante a instrução criminal, foram ouvidas oito testemunhas de acusação e cinco de defesa. Em seguida, o acusado foi interrogado. O Ministério Público (MP) pediu que o réu fosse submetido a julgamento perante o Tribunal do Júri. A defesa, por sua vez, requereu a absolvição sumária.

Em junho deste ano, o juiz Gustavo Vargas de Mendonça, em substituição na Vara Criminal e da Infância e da Juventude da Comarca de Leopoldina, acatou o pedido do MP pela realização do júri popular. Considerou que havia provas do crime e indícios suficientes de autoria, que devem ser analisados pelo Tribunal do Júri. Ele concluiu que há sinais de que o réu agiu com intuito de vingança, em razão de a vítima manter um relacionamento extraconjugal e não mais querer manter o relacionamento com o acusado.

Também determinou que o réu permanecesse preso preventivamente, para a garantia da ordem pública, pela gravidade do crime praticado, para impedir a prática de novas infrações penais e para preservar a credibilidade do Poder Judiciário.

O suspeito chegou a ficar preso, mas um alvará de soltura o tirou do presídio em março de 2014. O homem foi detido no dia 5 de março de 2015, após se apresentar à Polícia Civil de Leopoldina, acompanhado do advogado, cumprindo mandado de prisão expedido pelo TJMG.

Em junho, o advogado Guilherme Junqueira disse ao G1 que pretendia demonstrar a inocência do réu. "Sabemos da dificuldade em reverter a decisão diante da repercussão do caso. No entanto, ao contrário da tese de crime passional apontada pela Promotoria, confiamos na inocência do nosso cliente e vamos detalhar a tese de que foi um crime político, encomendado e executado por outra pessoa. O acusado se tornou suspeito por ter sido o primeiro a encontrar o corpo da vereadora", afirmou. (Fonte: www.g1/zonadamata.com.br)

 
Corpo de mulher é encontrado em 'micro-ondas' ainda em chamas PDF Imprimir E-mail
Postado por Marcos Marinato   
Qua, 02 de Novembro de 2016 15:30

Vítima, não identificada, estava na rua Quarenta e Dois, no bairro Jardim Verona; autoria e motivação são desconhecidas.

O corpo de uma mulher foi encontrado carbonizado no bairro Jardim Verona, em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte. A vítima foi colocada dentro de pneus - o conhecido micro-ondas - que ainda estavam em chamas quando a Polícia Militar chegou à rua Quarenta e Dois na tarde dessa terça-feira (1º). A perícia foi acionada e removeu o corpo para o Instituto Médico Legal da capital para exames mais detalhados. Moradores que presenciaram o trabalho das polícias não souberam dar qualquer informação sobre a mulher nem sobre os suspeitos e a motivação para o crime. (Fonte: www.otempo.com.br)

 
Homem mata cunhado a machadadas por causa de plantação em Patrocínio. PDF Imprimir E-mail
Postado por Marcos Marinato   
Qua, 02 de Novembro de 2016 15:27

Bruno Ferreira Machado foi atingido com golpes na cabeça; testemunha não informou o que os dois cultivavam.

A Polícia Militar de Patrocínio, no Triângulo Mineiro, procura por dois homens que mataram Bruno Ferreira Machado, de 30 anos, nesta quarta-feira (2). Um dos suspeitos é cunhado da vítima, e o crime aconteceu depois de uma discussão deles por causa de uma plantação.

De acordo com o boletim de ocorrência da corporação, a companheira da vítima contou que eles estavam em casa, na rua Portugal, no bairro Nações, quando o irmão dela de 38 anos chegou com o outro suspeito de 27 e usou uma carretinha acoplada a um veículo para bater no portão da família.

Em seguida, Paiva chamou pelo nome da vítima, que saiu da casa e foi agredida várias vezes na cabeça. Machado ainda correu e caiu na garagem do imóvel. O Corpo de Bombeiros foi acionado e encaminhou o homem ao Pronto Socorro da cidade, mas ele já deu entrada na unidade de atendimento sem vida.

A mulher não informou o que os homens cultivavam. O caso já é investigado pela Polícia Civil. (Fonte: www.otempo.com.br)

 
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