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Início Entrevistas Entrevista ENTREVISTA “As empresas tem que ter responsabilidade social.”
ENTREVISTA “As empresas tem que ter responsabilidade social.” PDF Imprimir E-mail
Postado por Marcos Marinato   
Ter, 30 de Abril de 2013 13:41

ELDER_Introdução:

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O empresário, Diretor-Presidente da Consulplan, Elder Abreu, esteve recentemente em Leopoldina, onde se reuniu com diversos representantes da sociedade, onde na ocasião foi firmada a parceria entre a empresa, e o Esporte Clube Ribeiro Junqueira. A Consulplan, é a patrocinadora da Copa TV Integração, e patrocinadora do Esporte Clube Ribeiro Junqueira, juntamente com todos os outros times que participam da competição. Leia abaixo os principais trechos da entrevista concedida pelo empresário.

O Progresso - Fale sobre o encontro ocorrido em Leopoldina.

Elder Abreu – Foi um encontro de várias tendências, de ideias, de vários empresários, de pessoas ligadas ao esporte, profissionais liberais e com esse encontro, estou ouvindo e buscando conhecer ideias do município de Leopoldina, ideias estas que vão complementar a nossa região maior, que são os 142 municípios da zona da mata mineira. 

O Progresso - O senhor é natural de Muriaé?

Elder Abreu – Sou nascido em Muriaé, e estou atuando na minha cidade e região, sendo que a nossa empresa, a Consulplan, que trabalha com a realização de concursos públicos, vestibulares e avaliações educacionais, atua em todo território nacional. Em Leopoldina, especificamente, tenho um vínculo especial haja vista que por quase oito anos eu lecionei na UNIPAC de Leopoldina e aqui tenho muitos amigos e ex-alunos, colegas professores e sempre tive uma convivência muito atuante com a comunidade.

 O Progresso - Além da sua atuação na área empresarial, com a Consulplan, o senhor também atua na área social?


Elder Abreu – A Consulplan é hoje uma família com pelo menos 300 colaboradores que trabalha em processos seletivos, concursos públicos e avaliações educacionais. Nós entendemos que não adianta apenas ser empresário, não adianta apenas buscar o lucro, as empresas têm que ter responsabilidade social. É nesta responsabilidade social, que nós temos nos pautado nos últimos cinco anos, quando a Consulplan se tornou muito mais abrangente no território nacional e com isso, nós temos atuado não só no campo social, mas também no campo cultural, no campo acadêmico, levando e entendendo que não adianta apenas ser uma empresa que gera empregos, impostos e arrecadação para o município, mas uma empresa que participa efetivamente para o avanço social das comunidades.  É uma satisfação liderar uma organização que está preocupada com algo muito maior do que o lucro. A nossa empresa está preocupada com a sustentabilidade da região em que atua, na certeza que temos que ajudar a transformar ou melhorar a região da Zona da Mata em todos os níveis, objetivando, assim, a melhoria da qualidade de vida de toda a população.

O Progresso - É com este pensamento que o senhor e sua empresa, conseguiram implantar uma UTI Neo Natal em Muriaé?

Elder Abreu – Sim, na verdade, nós, que formamos o grupo que hoje chamamos de “Organizações Elder Abreu”, quando convidados pela Casa de Saúde Santa Lúcia de Muriaé para poder participar deste evento, percebemos que poderíamos oferecer melhores condições de sobrevivência, de possibilitar a vida, quando a situação está complicada. Vimos a possibilidade de ajudar as crianças recém-nascidas a terem uma ajuda relacionada à medicina, e à saúde que, na verdade, nem Muriaé, Leopoldina, Cataguases e outras cidades, possuíam, que é o serviço de UTI Neo Natal. Agora Muriaé possui esse recurso e facilitamos a vida das famílias que antes precisavam recorrer à Viçosa, Ubá, Juiz de Fora, ou até em outros centros ligados à São Paulo e Belo Horizonte. Por isso, quando fomos convocados, as organizações Elder Abreu, como uma família de colaboradores, nos sentimos obrigados a participar deste importante empreendimento, não buscando lucro, mas no pensamento que nós temos que contribuir com a saúde, educação e cultura, na comunidade que nós estamos inseridos.

O Progresso - Como o senhor a analisa atualmente a situação da Zona da Mata mineira?

Elder Abreu – Eu acredito, infelizmente, que a zona da mata podia e pode muito mais, pois, como sabemos, até no século passado, ou seja, até na 1ª década de 1.950, a região representava tudo que tinha de desenvolvimento não só do Estado, mas do Brasil. No entanto, com o passar do tempo, a nossa querida Zona da Mata passou a ser desprestigiada, porque ela não aproveitou suas potencialidades, na área de agricultura, em novas tecnologias, e com isso, outras regiões, como as do Triângulo, Sul de Minas, passaram a sobressair. A Zona da Mata, capitaneadas por Juiz de Fora, Leopoldina, Cataguases, Muriaé,  viu a qualidade de vida da população se perder e se confirmar em números, a partir da queda no índice de desenvolvimento humano. Apesar de ser muito povoada, a Zona da Mata decaiu muito. Uma região com praticamente um milhão e meio de eleitores, sendo quase dois milhões de habitantes poderia ter empreendimentos a nível governamental. Tanto os municípios, uma vez integrados, o Estado, no caso o de Minas Gerais e a União, no caso o Governo Federal teriam que fazer um investimento maior, afinal, eles estão vendo que a Zona da Mata é uma região extremamente rica, não só culturalmente, como todos sabemos, mas rica também em possibilidades, rica em aptidões industriais, turística, gastronômica, de meio-ambiente e que novamente está despontando para um novo processo de desenvolvimento. Por isso, os municípios tem que se unir, porque sozinho, nenhum município tem condições de fazer esse polo de desenvolvimento, mas, por outro lado, juntos, se tornam fortes.

O Progresso - Qual é a responsabilidade que o senhor atribui às lideranças políticas neste processo?

Elder Abreu – Acredito que as lideranças políticas junto com o meio acadêmico (nós temos um excelente  meio universitário nessa nossa região, a Universidade Federal de Viçosa, a Universidade Federal de Juiz de Fora, diversas universidades particulares que proliferaram nas últimas décadas, além da Universidade Federal de Ouro Preto, de Lavras, São João Del Rei) e, em parceria com instituições de fomento, tais como o SENAI, SENAC, e os institutos, como o IFET, a população civil e as empresas, poderiam alavancar o desenvolvimento em diversas áreas, pois temos aptidão rural, agropecuária, têxtil, turismo, meio-ambiente, além de trazer um novo eldorado para a nossa região. Ressaltamos ainda que a zona da mata é muito bem localizada geograficamente. Nós estamos numa região central, próximo a vários portos, vários aeroportos, e, além de uma malha viária muito eficiente, nós estamos na BR. 116, próximo à BR. 140, além de várias outras Rodovias que com certeza, alavancam o nosso momento por nos deixarem próximos as três metrópoles do sudeste, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Então, no meu pensamento, não tem porque a nossa região não voltar à trilha do desenvolvimento.  Em Muriaé, nós teremos a passagem de uma ferrovia, e a cidade  será um dos entreportos, junto com Ipatinga, Belo Horizonte, seguindo para Brasília. Devemos enxergar isso como um polo de desenvolvimento que deve seguir e nós – Muriaé, Cataguases, Leopoldina, não podemos perder esse desenvolvimento. Temos que tentar nos beneficiar disso, porquê senão, mais uma vez, nós, da Zona da Mata, ficaremos para traz, enquanto o Brasil caminha para um grande processo de desenvolvimento. 

O Progresso - Investir no esporte, na área social, como a sua empresa, a Consulplan, e o senhor vem fazendo, é uma saída para possibilitar dignidade e um futuro promissor aos jovens?

Elder Abreu – Na minha opinião, é uma solução. É claro que tem que ter uma trajetória. Nós temos muito forte o pensamento que a iniciativa privada precisa contribuir para a construção de um mundo melhor e uma sociedade mais justa. E, através das análises que fazemos dos resultados que obtemos com os trabalhos sociais percebemos que o esporte é um grande aliado para envolver jovens e levá-los a uma vida mais saudável e disciplinada.



 

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